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Traditional

Papelinho ao ar

Canção popularizada no Alentejo e Algarve, da qual se conhecem algumas variantes ao nível do texto e da melodia. Na versão aqui apresentada pelos 'Mocinhos em cante', destaca-se o sentido de humor dos seus versos.

OUVIR, FAZER E CRIAR

 

Texto e Ritmo

 

Ouvir a versão áudio voz e acompanhamento e representar com mímica a letra do refrão da canção. A mímica pode ser inventada pelo grupo.

 

Ensinar a letra da canção, por frases, com o ritmo da canção e com a mímica inventada.

 

Reproduzir a letra da canção por frases e em diferentes intensidades e andamentos: forte-piano, rápido-lento e diferentes timbres. Sempre que possível, utilizar a mímica escolhida para enfatizar essas alterações.

 

Melodia e forma

 

Dividir o grupo em dois e reproduzir a canção por frases, intercalando as frases por grupo (grupo 1 - frase 1, grupo 2 - frase 2, grupo 1 - frase 3...).

 

Explicar a diferença da linha melódica entre as frases ímpares e pares.

Ao cantar, utilizar a mão para representar a orientação da linha melódica, destacando a tendência conclusiva das frases pares, que terminam sempre em notas mais graves.

 

Cantar toda a canção com a mímica escolhida, utilizando a mímica só no refrão.

 

Selecionar solista(s) para a segunda parte da canção, dando a oportunidade a todos os que quiserem cantar.

 

Poderá ser também criada uma dança de roda para esta canção.

 

 

SABER MAIS

 

  • Conhecer outras versões ou variantes desta canção, como, por exemplo:

 

- Grupo Coral Feminino “Rosinhas de Santa Clara do Louredo”.

 

- Rancho Infantil de Faro.

 

  • Explorar com as crianças o conceito de canção tradicional. Partindo dos exemplos apresentados, dialogar sobre as características particulares das canções tradicionais do Alentejo.

 

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Lyrics

Papelinho ao ar

 

Atirei o papelinho ao ar,

Atirei o papelinho ao chão.

Atirei o papelinho ao ar,

Bateu-me no coração.

 

Bateu-me no coração,

Bateu-me no pensamento.

Atirei o papelinho ao ar,

Atirei o papelinho ao vento.

 

 

Quando eu tinha quatro anos,

Não sabia fazer nada.

Só sabia ir à cozinha

Comer a marmelada.

 

[Chorus]

 

Quando eu tinha treze anos,

Era de menor idade.

Ensinaram-me a mentir,

Nunca mais falei verdade.

 

[Chorus]

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Cante, Alentejo
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