O professor lê a letra da canção uma vez. Conversam sobre o texto e o seu significado. De seguida diz frase a frase o texto com o ritmo e pede às crianças que repitam.
Depois dizem o texto com o ritmo e simultaneamente realizam o ritmo com um timbre corporal ( por ex.: palmas, pernas, pés, etc.)
Com a versão áudio – melodia com acompanhamento dizem o texto e o ritmo como se fosse um Rap.
Dois a dois, os alunos fazem o ritmo da canção; um dos alunos marca a pulsação e o outro faz o ritmo. O exercício pode ser feito com os instrumentos de percussão da sala de aula ou com o próprio corpo.
Pode-se dividir o grupo em duas partes: o verso “Brav’ meu bem” é dito pelo grupo maior, e o grupo mais pequeno diz os restantes versos.
O verso “Brav’ meu bem” pode ser acompanhado com três palmas, correspondente às três semínimas do arranjo.
Ouvir primeiramente a versão áudio – voz e acompanhamento toda a canção para reconhecer a estrutura e registá-la partindo de perguntas, por ex.: “como começa?”, “o que se segue?”, “Como acaba a canção?”
O professor ensina a canção através da reprodução de frases. O professor canta e os alunos repetem.
Um grupo canta a parte A e o outro grupo assinala com gestos qual a parte que estão a cantar.
Numa fase mais avançada a turma pode aprender a tocar a parte A com a flauta de bisel, utilizando a versão áudio – melodia com acompanhamento.
Pode também improvisar com a voz utilizando versão áudio – acompanhamento.
Sugerem-se outras audições (ex: |1| e |2|) da mesma canção e conversa sobre as diferentes abordagens: qual das versões gostaram mais? Quais as diferenças? Que sentimentos desperta cada uma das versões?
Eu fui à terra do bravo,
eu fui à terra do bravo,
brav' meu bem,
para ver se embravecia.
Cada vez fiquei mais manso,
cada vez fiquei mais manso,
brav' meu bem,
com a sua companhia.
Eu fui à terra do bravo,
eu fui à terra do bravo,
brav' meu bem,
c'o meu vestido vermelho.
O mais bravo que lá vi,
o mais bravo que lá vi,
brav' meu bem,
foi um mansinho coelho.